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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

SEXTA-FEIRA, 18 DE DEZEMBRO DE 2009

O momento 3 do Módulo de Acolhimento foi muito elucidativo. Foi fundamental a leitura dos textos , do Guia do Aluno e principalmente quando assisti o vídeo entregue juntamente com outros materiais na aula inaugural. Uma das tarefas foi a elaboração do mapa conceitual onde o aluno deveria escolher um dos textos deste momento. Ao final das leituras não tive dúvidas em construir o mapa trazendo as funções dos atores no processo de aprendizagem a distancia.
Foi um momento prazeroso e gratificante .















Alcicleia. grupo 01



A todos os atores da EaD e aos seus familiares e amigos desejamos que o encontro com Cristo vivo, seja a verdadeira luz deste Natal. Que a proposta de paz e amor, iluminem seus caminhos e que a prática da justiça esteja sempre presente em nossas vidas...

Que o nosso encontro em 2010 seja pleno de sucesso!...

Grupo 01 - GPM01 - Conselheiro Lafaiete.

Banca de mestrado a distância

Esta é uma imagem que resgatei do blog do Moran, em que ele participa de uma banca de mestrado em EAD.Segue abaixo parte de seus comentários a respeito do mesmo:
Caros amigos:
Acabo de participar, através de webconferência, da banca de mestrado profissional a distância da aluna Vilma Aparecida Gimenes Cruz, com o título “COMPETÊNCIAS INFORMACIONAIS DOS ALUNOS DOS CURSOS A DISTÂNCIA DA UNOPAR NO USO DA BIBLIOTECA DIGITAL” da Universidade Federal do Ceará e da Unopar, Londrina. Os dois examinadores externos estávamos respectivamente em São Paulo (na minha casa) e em Salvador; e a orientadora e a aluna, em Londrina. Todos nos víamos o tempo todo através do programa Breeze e podíamos interagir a qualquer momento. Tudo transcorreu conforme o previsto e pudemos durante duas horas e meia estar juntos realizar um evento acadêmico com a mesma profundidade do que se estivéssemos na mesma sala fisicamente. O evento foi gravado e colocado na biblioteca digital da Unopar para acesso dos alunos. Foi uma experiência interessante de visualização da comunicação habitual audiovisual, em tempo real, que teremos daqui para frente.

Blog do Moran

José Manuel Moran é um dos educadores que mais escreve sobre EaD.Entrei no seu blog e tem várias informações interessantes.Seu blog vem com o título que me chamou muita atenção:

EaD - Processo de ensino e aprendizagem mediado por tecnologias

OS DEMAIS MOMENTOS DO MÓDULO DE ACOLHIMENTO -

Momento II - Traçando o caminho da EaD:neste momento houve uma maior ambientação e interação com o Moodle e os demais atores do processo.
Traçamos o caminho a ser seguido utilizando a gestão do tempo e ferramentas de trabalho como participação em Fóruns de discussão e familiarização com recursos do Google Apps Education. Ainda elaboramos um fichamento sobre o texto técnicas de estudo, o que nos auxilia no estudo de forma eficiente e na escrita.

Os textos de apoio foram:

- Gerência do tempo e planejamento de estudo.

- Técnicas de estudo.

-Tempo.

-Google Apps Education.
Participação no fórum "Gestão do tempo" onde cada um expôs as estratégias criadas para organizar suas atividades diárias dentro do tempo que se dispõe.Nesta atividade podemos observar o planejamento e a execução e ir fazendo as adequações nos momentos posteriores.

MOMENTO 3 - "Quando se conhece a história se caminha melhor"
Momento de muita pesquisa e para construção do nosso conhecimento dos aspectos conceituais da Educação à distância. Aprendemos técnicas de pesquisa na internet porque está será nossa principal ferramenta de trabalho em um curso à distância. Para fechar este momento elaboramos um mapa conceitual para colocar em prática todo o estudo de pesquisa, relacionando informações.,usando o Cmap Tools.

Textos propostos:
Mapas.pdf


Mapas_conceituais.pdf


Perguntas_frequentes_EaD.pdf


Pesquisa_na_Web.pdf


Roteiro_orientado_para_pesquisas_web.pdf


Tutorial Cmap Tools

MOMENTO 4 - “Um bom caminho se faz com boas ferramentas”
Momento de discutir sobre esta nova modalidade de aprendizagem, o ensino à distância. Como a internet e os ambientes virtuais estão colaborando para a construção do conhecimento.
Foi elaborado de um glossário de termos do universo da EaD.E a participação de um Fórum "Tecnologias no cotidiano do aluno".Estes momentos de interação com os demais alunos coloabora como a construção do nosso conhecimento, e também com a familiarização com a nossa própria autoria.
Textos propostos:
Ambientes_Virtuais_de_aprendizagem.pdf


Ambientes_virtuais.pdf


ambientes_virtuais_aliados.pdf


ambientes_virtuais_conceitos.pdf





MOMENTO 5 - “Na EaD é impossível ser feliz sozinho”

Ufa, atingimos o último Momento do Módulo de Acolhimento!Este momento foi de um projeto de construção colaborativa, em grupo, de um blog ou wiki.Neste momento tivemos um contato maior com demais colegas e a sensação de estar sozinho é diminuída.

Textos sugeridos:

Autoria.pdf


Blogs_e_wikis.pdf


Grupos.pdf


Também foi proposto uma auto-avaliação e avaliação do curso.
Este foi uma síntese desses momentos das últimas 5 semanas, que nos auxiliou muito nesse processo de conhecimento.

"O CONHECIMENTO É O PROCESSO DE ACUMULAR DADOS...A SABEDORIA RESIDE NA SUA SIMPLIFICAÇÃO"( Martin H. Fischer)

Elenice - Grupo 1

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Vídeos sobre a EaD - (sugestão)

Pesquisando no Google encontraremos vários vídeos sobre Educação a Distância, que nos possibilita a compreensão dessa modalidade de Ensino e do processo de aprendizagem de acordo com diversos educadores envolvidos e comprometidos com esse projeto, que está revolucionando a Educação e aproximando as pessoas através da tecnologia.
Ana Maria - Grupo 01
Educação a Distância


Interessante e por que não dizer incrível a forma que foi criada para a distribuição do saber, de um lado formando pessoas em diversas áreas e níveis de ensino e do outro lado interligando pessoas que nunca se viram e que através de um click expandem ainda mais sua net work ou rede de contatos.

Posso dizer que a educação a distância é uma ferramenta de grande utilidade no momento atual, onde a busca pelo aperfeiçoamento e profissionalização é uma constante. Vale ressaltar que a educação a distância, não se ressume somente na distância e que o receptivo da UFJF, para todos os calouros, ocorrido no primeiro momento no Expominas e depois no Campus da UFJF, foi agradável e onde nos oi apresentado a plataforma MOODLE, onde desenvolveríamos as nossas atividades. Foi nos repassado a todo instante que não éramos apenas números e sim alunos da Universidade Federal de Juiz de Fora e a partir dessa recepção, pude sentir ao iniciar o curso de Pós-Graduação em Gestão Pública Municipal, que não estava sozinho e todas as vezes que entro na plataforma MOODLE para os estudos, sinto-me com estivesse em uma sala de aula.

Espero que a Educação a Distância atinja níveis mais altos de abrangência, vindo a proporcionar mais e mais pessoas oportunidades como esta que estou tento, de cursar minha pós-graduação, não sendo necessário deslocar-me da minha cidade para estudar e consegui com o ensino a distância adequar minha vida acadêmica com a vida profissional e social.



Fábio José GPM01-Conselheiro Lafaiete

O caminhar do Módulo de Acolhimento

Estamos iniciando um curso de Especialização à distância, na UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora. No primeiro momento chamado de Módulo de Acolhimento foram propostas atividades para melhor ambientação no ambiente virtual de aprendizagem, plataforma Moodle . A plataforma é o ambiente virtual para interação com professores, tutores e outros alunos,interação com conteúdo e postagem de atividades avaliativas.

O módulo de Acolhimento foi dividido em 5 Momentos:

Momento 1- “Abrindo o caminho”: Momento para nos receber e nos mostrar como seria a forma de acesso e a proposta do Módulo de Acolhimento.Reservado à sua familiarização com o ambiente e com a proposta do Módulo. foram propostas atividades práticas e um fórum. E uma atividade de relato desses primeiros dias no curso.
Em especial o fórum "Abrindo o caminho: iniciando nossa comunidade virtual" foi muito rico, popis podemos conhecer nosso colega melhor, suas vivências e expectativas.
Foram sugeridas as leituras dos seguintes textos:

-Moodle: a sala de aula virtual Documento PDF.

“Eu quero entrar na rede
Promover um debate
Juntar via Internet
Um grupo de tietes.”
Gilberto Gil

Os outros momentos serão postados em outros links.

Elenice Vitor - Grupo 1

Mapas Conceituais

Mapas Conceituais: o que são?

Mapas Conceituais são representações gráficas semelhantes a diagramas, que indicam relações entre conceitos ligados por palavras. Representam uma estrutura que vai desde os conceitos mais abrangentes até os menos inclusivos. São utilizados para auxiliar a ordenação e a seqüenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno.

A técnica de construção e a teoria a respeito dos Mapas Conceituais foi desenvolvida pelo pesquisador norte-americano Joseph Novak.

Mapas Conceituais e o CMap Tools:

É um software para autoria de Mapas Conceituais desenvolvido pelo Institute for Human Machine Cognition da University of West Florida1, sob a supervisão do Dr. Alberto J. Cañas, e permite ao usuário construir, navegar, compartilhar e criticar modelos de conhecimento representados com Mapas Conceituais. A ferramenta possui independência de plataforma e permite aos usuários construir e colaborar de qualquer lugar na rede, internet e intranet, durante a elaboração dos Mapas Conceituais com colegas, como também, compartilhar e navegar por outros modelos distribuídos em servidores pela Internet.

Através de uma arquitetura flexível, a ferramenta permite ao usuário instalar somente as funcionalidades necessárias, adicionando mais módulos conforme a necessidade, ou na medida que novos módulos com novas funcionalidades sejam desenvolvidas. É desenvolvido utilizando tecnologia Java, permitindo com isso ser executado em várias plataformas.

Um tutorial com fácil demonstração do programa pode ser acessado pelo seguinte link: http://www.youtube.com/watch?v=9W_lo8-TszI. Inclusive o tema utilizado pelo demonstrador o funcionamento do programa é BLOG.

Utilização do Mapa Conceitual:

Os mapas conceituais podem ser adotados como estratégia de ensino, ao serem usados como ferramentas para organizar e comunicar conhecimentos, o professor pode utilizá-lo para introduzir conceitos, realizar novas sínteses e no processo de avaliação. Ainda ao preparar um mapa acerca do conteúdo lecionado, explicita a hierarquia e ligações entre os conceitos quando eles são apresentados ao alunos. No entanto, o mapa não dispensa a explicação do professor, os mapas devem ser explicados por seus autores. A construção de mapas pode ser realizada diretamente pelos alunos, o que permite acompanhar o processo ensino-aprendizagem.

Outra possível vantagem da implementação dessa ferramenta avaliativa consiste na não penalização do erro, afinal o erro passa a ser considerado como um sinalizador dos processos cognitivos vivenciados pelo educando, e, assim, a preocupação volta-se para a apreciação e análise da evolução dos mapas construídos ao longo do processo pelo aluno, de modo que o foco incide na melhora dos mapas pela ampliação da compreensão das relações entre os conceitos e aprofundamento de suas definições

Conclusão:

É uma ferramenta capaz de identificar e simplificar o entendimento de uma informação em diversas ocasiões. Por permitir uma maior organização das informações levam o aluno a um maior envolvimento na aprendizagem, pois o discente constrói representações e elabora conclusões.

Fator que permite ao professor avaliar sua atitude enquanto educador, bem como formular metas para potencializar o processo ensino/aprendizagem. Por meio dos mapas conceituais produzidos pelos alunos pode-se avaliar os objetivos educacionais.

Como recurso didático, o uso do mapa conceitual estimula o indivíduo a aplicar e a sistematizar os conhecimentos prévios, associando-os ao novo conhecimento podendo ser trabalhado em grupo, desta forma, compartilhando seu significado e complementando-o.

Acessados em 16/12/2009 e disponível:
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/nfa/tetxt5.htm
http://mapasconceituais.cap.ufrgs.br/mapas.php
http://www.ufpel.edu.br/lpd/ferramentas/cmaptools.pdf
http://www.cienciasecognicao.org/pdf/v14_2/m318352.pdf

Angello Agrelli

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Visualizar blog da EaD

http://eteccataguases.blogspot.com

O Ensino a distancia aproxima

Uma de suas teses, Neves (2008) no texto “Pedagogia da Autoria”, aponta que para os especialistas em educação, as novas tecnologias da informação e da comunicação contribuem par a história da educação a distancia e menciona algumas mudanças no entendimento da educação presencial e educação a distancia. O padrão de qualidade na educação mudou e hoje seria necessário um novo conceito para essas modalidades de ensino / aprendizagem. O exercício que a turma gpm01 esta realizando, utilizando essa ferramenta, é um exemplo prático de um trabalho colaborativo, onde o aluno é diretamente responsável por seu processo de decisão e de autonomia.
Pode-se perceber que entender as funções dos atores envolvidos no processo de ensino aprendizagem é fundamental para busca de superação de alguma dificuldade encontrada no caminho.

No processo ensino aprendizado é necessário:
.Ter planejamento eficaz de todos os envolvidos;
. Não tem limites espaciais e temporais para os alunos;
.O outro é sujeito pró ativo nos canais de comunicação;
.Todos os envolvidos são parceiros.

As funções dos atores envolvidos são:
.Os alunos: são os protagonistas do processo de autonomia;
.O Coordenador de Curso: gerir, supervisionar, acompanhar ações
Pedagógicas;
.O Coordenador de pólo: ações administrativas;
.Tutor Presencial: Atividades no pólo, acompanhar o processo de
Aprendizagem;
Tutor a distancia: Orientações do professor, resolução de problemas
de conteúdo;
. Professor: Orientação pedagógica, agente da dinâmica da disciplina.

Consulta Bibliográfica
.NEAD/UFJF. Agentes do Processo. Guia do Aluno.
.UAB/UFJF. Programa Integrado de Capacitação Institucional de Educação à Distância. Modulo de Acolhimento. DVD.
.UAB/UFJF. Programa Integrado de Capacitação Institucional de Educação à Distância. Fundamentos de Aprendizado em Rede. Modulo de Acolhimento. Volume 1.2009.
NEVES, Carmem Moreira de Castro. Pedagogia da Autoria. 2008
Disponível em http://www.senac.br/bts/313/boltec313.html.

Alcicleia gpm01 C. Lafaiete

Google Waves na Educação a Distância

Afinal, o que é esse tal de Google Wave? Como poderemos usá-lo em nossos projetos de EAD?

Quem trabalha ou é apaixonado pela web, com certeza, no meio da semana, ficou surpreso com o anúncio do Google Wave, no evento Google I/O 2009. Não à toa. O produto, uma espécie de aplicação integrada de comunicação, usa todas as possibilidades da web 2.0, conforme um vídeo exibido pela empresa, veja no final deste post. Além disso, os engenheiros do Google capricharam tanto no núcleo e na interface do Wave, que ele tem potencial para revolucionar as aplicações de internet e ser considerado o maior lançamento da história da empresa.

Mas, afinal, por que esse Google Wave promete tanto? A resposta é simples. O Google Wave, além de aplicação de e-mail, integra um mensageiro instantâneo, blog, ferramenta wiki, rede social e recursos de chat, compartilhamento de arquivos e fotos e uma inovadora ferramenta de colaboração – que permite que um grupo desenvolva, simultaneamente, um texto ou uma apresentação.



O Google Wave não é uma promessa apenas por integrar todas essas aplicações em uma única janela do navegador. Mas, também, pelos recursos que permitirão ao internauta traduzir conversas e corrigir textos em tempo-real. Além disso, o programa terá suporte ao recurso arraste-e-solte (o famoso drag-and-drop) e a instalação de extensões.

Como os caras do Google conseguiram desenvolver uma tecnologia desse tipo? Os engenheiros desenvolvem o Google Wave com o Google Web Toolkit. Portanto, a aplicação roda com as tecnologias Ajax e Java, basicamente. Contudo, eles desenvolveram um protocolo, chamado de Google Wave Federation. Dentro deste, existe uma interface (API) para programadores construírem extensões para o serviço.

Por que o Google quer terceiros participando do projeto? A ideia do Google é que o Wave, como o navegador Mozilla Firefox, seja rico em extensões e serviços integrados (mashups). Por conta disso, a empresa, provavelmente, deixará todo o código de desenvolvimento do Wave aberto. Com essa iniciativa, ela espera que o Wave ganhe milhares de gadgets e robôs, que permitam ao internauta acessar recursos de redes sociais, de mapas e jogos online e de alguns serviços da web diretamente da interface do Wave.

O Google Wave também se integrará aos outros serviços web?Assim como é possível colocar vídeos do YouTube e textos do Blogger em outras páginas da web, os internautas poderão usar o Wave em outros serviços. Esse recurso, por enquanto, é chamado de Wave Embed. O pessoal do Google quer que ele substitua os atuais comentários estáticos por um sistema de discussão em tempo-real.

Quando o Google Wave será lançado? Ainda em desenvolvimento, o serviço está restrito aos testes de alguns desenvolvedores. O internauta comum, portanto, terá de esperar um pouco mais para testar o Google Wave. Ainda não há uma data de lançamento, mas em breve o Google deve liberar um beta do serviço. Mas para ser um dos testadores do serviço, é necessário preencher um cadastro, acessível aqui.



Fonte : http://info.abril.com.br/

Ferramentas gratuitas – EAD MOODLE

O site Conteúdos Educacionais ( é um projeto da Microsoft Educação que oferece recursos gratuitos que estimulam e capacitam o uso da tecnologia por alunos e educadores no dia a dia escolar, para aprimorar a qualidade das formas de ensino-aprendizagem, inovar na metodologia de ensino e intensificar a inclusão digital e social.

Para participar, basta se cadastrar e a cada visita fazer seu login para ter acesso a todo o conteúdo. Além disso, a Microsoft também liberou o “Microsoft Live Services Plug-in para Moodle” (Agora, com esse recurso instalado alunos e professores podem ter acessos aos serviços Microsoft Live de forma integrada com o Moodle, como ferramentas de e-mail e busca e o popular MSN. Uma vez corretamente instalado o Windows Live Service pode ser acrescentado a interface desse LMS como qualquer outro bloco.

A vantagem dessa integração Microsoft-Moodle é que as ferramentas típicas do dia a dia de qualquer usuário de internet podem, agora, ser levadas para dentro de um LMS, o que pode ser bastante motivador para alunos e professores, pois ajuda a quebrar o formalismo no ambiente virtual de aprendizagem. Por exemplo, com o MSN funcionando dentro do Moodle, alunos e professores poderão se comunicar por meio de uma interface mais amigável, rica em recursos de comunicação e acima de tudo mais mais “cool”.

Fica a expectativa de que outras empresas criativas de internet, como Google, Twitter e Yahoo, também levem suas ferramentas para dentro do Moodle ou qualquer outro LMS, já que essas são mais simples de utilizar, possuem alto potencial de comunicação, interatividade e são muito mais divertidas para trabalhar do que os recursos nativos dos atuais sistemas de gerenciamento de aprendizagem, que na maioria das vezes são chatos e enfadonhos. Veja o site CLIQUE AQUI PARA VISITAR O SITE CONTEÚDOS EDUCACIONAIS

Fonte: Folha Dirigida

Elenice Vitor - GPM01 Conselheiro Lafaiete
Ensino a distância sofre resistência – Preconceito
Mais de 18 mil alunos de cursos de educação a distância de instituições particulares e públicas sofreram preconceito por terem optado por essa modalidade de ensino, segundo levantamento da Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância (ABE-EAD), que recebe as denúncias desde 2007. São casos de discriminação por alunos de cursos presenciais, dúvidas dos empregadores sobre a validade dos cursos – mesmo os autorizados pelo Ministério da Educação -, dificuldades para conseguir estágio, para obter o registro profissional e fazer inscrição em concurso. Hoje há no Brasil mais de 2,6 milhões de alunos em 1.752 cursos, segundo o Censo de Educação a Distância. No início do mês, a ABE-EAD entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra o Conselho Nacional do Ministério Público. Por meio da resolução nº 40, de maio deste ano, o conselho dizia que só diplomas de cursos presenciais seriam aceitos para o Ministério Público. A conclusão deve sair nas próximas semanas.

Além do conselho, outros órgãos veem problemas no ensino a distância. É o caso do Conselho Federal de Serviço Social, que não apoia a modalidade. A dificuldade para estágio é, segundo a presidente do conselho, Ivanete Boschetti, culpa da estrutura da educação a distância, que prioriza a “quantidade em vez da qualidade da formação”. “O mercado não absorve esse número de estagiários.” Em junho de 2008, o Conselho Federal de Biologia publicou resolução proibindo o registro para profissionais com diplomas de ensino a distância. Segundo o secretário de educação a distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, qualquer medida contra o aluno formado por instituições credenciadas pelo governo é ilegal. “Entramos com as medidas legais e eles vão sofrer a penalidade da lei.” Segundo a vice-presidente do conselho, Inga Mendes, o MEC propôs a criação de um grupo para discutir a questão, mas não houve retorno. A resolução ainda vigora.

SÃO PAULO – Neste ano, a ABE-EAD iniciou uma discussão com o Conselho Municipal de Educação que, por meio de deliberações de 2004, vetou a participação de professores formados a distância em concursos públicos. Em junho, foi deferida liminar a favor dos alunos, classificando a posição da prefeitura como discriminatória. No caso de descumprimento, será aplicada multa de R$ 100 mil/dia. A Prefeitura de São Paulo recorreu. Na rede estadual, circular da direção de ensino de Itapetininga repudia a atribuição de aulas a docentes formados a distância. O secretário estadual da Educação, Paulo Renato Souza, afirmou que não tinha conhecimento do caso e que verificará a situação. Foi marcado encontro entre ABE-EAD e governo.

Fonte: O Estado de São Paulo, 03/11/2009 – São Paulo SP

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" - ( Cora Coralina )

Fotos de um Polo Presencial - Cataguases - MG


Relatório sobre o roteiro orientado para pesquisas na máquina de busca Google





“É espantosamente óbvio que nossa tecnologia excede nossa
Humanidade.”
( Albert Einstein)


Mundo mágico! Basta clicar... Imagens, vídeos, MSN, Chats, fóruns, diversos tipos de arquivos, noticias , envio de e-mails...ferramentas que aproximam pessoas distantes de uma forma interativa. Oportuniza recursos necessários para facilitar e enriquecer o conhecimento e aprendizagem significativa, tanto presencial quanto a distância.

Máquinas poderosas! Entre elas destacamos o Google que é a mais utilizada no mundo inteiro, pela sua objetividade e facilidade com que disponibiliza seus recursos ao usuário.

Fui executando passo a passo as tarefas propostas pela tutora, desenvolvendo os exercícios, sem nenhuma dificuldade, aproveitando todas as dicas fornecidas, utilizando os recursos de busca descritos e a busca avançada, comprovando sua eficácia na localização de informações e sites da Web. Digitando e selecionando os links sugeridos e outros que foram determinados pela minha curiosidade, as pesquisas foram surgindo simultâneamente na tela do meu computador.

Por meio da exploração do ambiente do Google, tenho certeza que encontrarei outras dicas para aprimorar os resultados das minhas pesquisas contribuindo para meu aprendizado e uma maior interação e afetividade com meus colegas, tutores, professores e coordenadores do nosso Curso de Pós-Graduação em Gestão Pública Municipal a distância – NEAD / UFJF.


Ana Resende – GPM01 – Conselheiro Lafaiete

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O que é educação a distância (*)
José Manuel MoranEspecialista em projetos inovadores na educação presencial e a distânciajmmoran@usp.br
Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente.

É ensino/aprendizagem onde professores e alunos não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes.

Na expressão "ensino a distância" a ênfase é dada ao papel do professor (como alguém que ensina a distância). Preferimos a palavra "educação" que é mais abrangente, embora nenhuma das expressões seja perfeitamente adequada.

Hoje temos a educação presencial, semi-presencial (parte presencial/parte virtual ou a distância) e educação a distância (ou virtual). A presencial é a dos cursos regulares, em qualquer nível, onde professores e alunos se encontram sempre num local físico, chamado sala de aula. É o ensino convencional. A semi-presencial acontece em parte na sala de aula e outra parte a distância, através de tecnologias. A educação a distância pode ter ou não momentos presenciais, mas acontece fundamentalmente com professores e alunos separados fisicamente no espaço e ou no tempo, mas podendo estar juntos através de tecnologias de comunicação.

Outro conceito importante é o de educação contínua ou continuada, que se dá no processo de formação constante, de aprender sempre, de aprender em serviço, juntando teoria e prática, refletindo sobre a própria experiência, ampliando-a com novas informações e relações.

A educação a distância pode ser feita nos mesmos níveis que o ensino regular. No ensino fundamental, médio, superior e na pós-graduação. É mais adequado para a educação de adultos, principalmente para aqueles que já têm experiência consolidada de aprendizagem individual e de pesquisa, como acontece no ensino de pós-graduação e também no de graduação.

Há modelos exclusivos de instituições de educação a distância, que só oferecem programas nessa modalidade, como a Open University da Inglaterra ou a Universidade Nacional a Distância da Espanha. A maior parte das instituições que oferecem cursos a distância também o fazem no ensino presencial. Esse é o modelo atual predominante no Brasil.

As tecnologias interativas, sobretudo, vêm evidenciando, na educação a distância, o que deveria ser o cerne de qualquer processo de educação: a interação e a interlocução entre todos os que estão envolvidos nesse processo.

Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual (que conectam pessoas que estão distantes fisicamente como a Internet, telecomunicações, videoconferência, redes de alta velocidade) o conceito de presencialidade também se altera. Poderemos ter professores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora "entrando" com sua imagem e voz, na aula de outro professor... Haverá, assim, um intercâmbio maior de saberes, possibilitando que cada professor colabore, com seus conhecimentos específicos, no processo de construção do conhecimento, muitas vezes a distância.

O conceito de curso, de aula também muda. Hoje, ainda entendemos por aula um espaço e um tempo determinados. Mas, esse tempo e esse espaço, cada vez mais, serão flexíveis. O professor continuará "dando aula", e enriquecerá esse processo com as possibilidades que as tecnologias interativas proporcionam: para receber e responder mensagens dos alunos, criar listas de discussão e alimentar continuamente os debates e pesquisas com textos, páginas da Internet, até mesmo fora do horário específico da aula. Há uma possibilidade cada vez mais acentuada de estarmos todos presentes em muitos tempos e espaços diferentes. Assim, tanto professores quanto alunos estarão motivados, entendendo "aula" como pesquisa e intercâmbio. Nesse processo, o papel do professor vem sendo redimensionado e cada vez mais ele se torna um supervisor, um animador, um incentivador dos alunos na instigante aventura do conhecimento.
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As crianças, pela especificidade de suas necessidades de desenvolvimento e socialização, não podem prescindir do contato físico, da interação. Mas nos cursos médios e superiores, o virtual, provavelmente, superará o presencial. Haverá, então, uma grande reorganização das escolas. Edifícios menores. Menos salas de aula e mais salas ambiente, salas de pesquisa, de encontro, interconectadas. A casa e o escritório serão, também, lugares importantes de aprendizagem.

Poderemos também oferecer cursos predominantemente presenciais e outros predominantemente virtuais. Isso dependerá da área de conhecimento, das necessidades concretas do currículo ou para aproveitar melhor especialistas de outras instituições, que seria difícil contratar.

Estamos numa fase de transição na educação a distância. Muitas organizações estão se limitando a transpor para o virtual adaptações do ensino presencial (aula multiplicada ou disponibilizada). Há um predomínio de interação virtual fria (formulários, rotinas, provas, e-mail) e alguma interação on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em lugares diferentes). Apesar disso, já é perceptível que começamos a passar dos modelos predominantemente individuais para os grupais na educação a distância. Das mídias unidirecionais, como o jornal, a televisão e o rádio, caminhamos para mídias mais interativas e mesmo os meios de comunicação tradicionais buscam novas formas de interação. Da comunicação off-line estamos evoluindo para um mix de comunicação off e on-line (em tempo real).

Educação a distância não é um "fast-food" em que o aluno se serve de algo pronto. É uma prática que permite um equilíbrio entre as necessidades e habilidades individuais e as do grupo - de forma presencial e virtual. Nessa perspectiva, é possível avançar rapidamente, trocar experiências, esclarecer dúvidas e inferir resultados. De agora em diante, as práticas educativas, cada vez mais, vão combinar cursos presenciais com virtuais, uma parte dos cursos presenciais será feita virtualmente, uma parte dos cursos a distância será feita de forma presencial ou virtual-presencial, ou seja, vendo-nos e ouvindo-nos, intercalando períodos de pesquisa individual com outros de pesquisa e comunicação conjunta. Alguns cursos poderemos fazê-los sozinhos, com a orientação virtual de um tutor, e em outros será importante compartilhar vivências, experiências, idéias.

A Internet está caminhando para ser audiovisual, para transmissão em tempo real de som e imagem (tecnologias streaming, que permitem ver o professor numa tela, acompanhar o resumo do que fala e fazer perguntas ou comentários). Cada vez será mais fácil fazer integrações mais profundas entre TV e WEB (a parte da Internet que nos permite navegar, fazer pesquisas...). Enquanto assiste a determinado programa, o telespectador começa a poder acessar simultaneamente às informações que achar interessantes sobre o programa, acessando o site da programadora na Internet ou outros bancos de dados.

As possibilidades educacionais que se abrem são fantásticas. Com o alargamento da banda de transmissão, como acontece na TV a cabo, torna-se mais fácil poder ver-nos e ouvir-nos a distância. Muitos cursos poderão ser realizados a distância com som e imagem, principalmente cursos de atualização, de extensão. As possibilidades de interação serão diretamente proporcionais ao número de pessoas envolvidas.

Teremos aulas a distância com possibilidade de interação on-line (ao vivo) e aulas presenciais com interação a distância.

Algumas organizações e cursos oferecerão tecnologias avançadas dentro de uma visão conservadora (só visando o lucro, multiplicando o número de alunos com poucos professores). Outras oferecerão cursos de qualidade, integrando tecnologias e propostas pedagógicas inovadoras, com foco na aprendizagem e com um mix de uso de tecnologias: ora com momentos presenciais; ora de ensino on-line (pessoas conectadas ao mesmo tempo, em lugares diferentes); adaptação ao ritmo pessoal; interação grupal; diferentes formas de avaliação, que poderá também ser mais personalizada e a partir de níveis diferenciados de visão pedagógica.

O processo de mudança na educação a distância não é uniforme nem fácil. Iremos mudando aos poucos, em todos os níveis e modalidades educacionais. Há uma grande desigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estão preparados para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais, atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade. E a maioria não tem acesso a esses recursos tecnológicos, que podem democratizar o acesso à informação. Por isso, é da maior relevância possibilitar a todos o acesso às tecnologias, à informação significativa e à mediação de professores efetivamente preparados para a sua utilização inovadora.


Bibliografia:

LANDIM, Claudia Maria Ferreira. Educação a distância: algumas considerações. Rio de Janeiro, s/n, 1997.

LUCENA, Marisa. Um modelo de escola aberta na Internet: kidlink no Brasil. Rio de Janeiro: Brasport, 1997.

NISKIER, Arnaldo. Educação a distância: a tecnologia da esperança; políticas e estratégias a implantação de um sistema nacional de educação aberta e a distância. São Paulo: Loyola, 1999.




José Manuel Moran. Disponível em:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/dist.htm acessado em 30 de novembro de 2009.